COVID-19: como manter os cuidados com a saúde na época de pandemia?

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Nas últimas semanas está impossível ficar alheio à pandemia de COVID-19. Diversas cidades brasileiras têm decretado estado de calamidade pública, fechando comércios e escolas e orientando a população a realizar o isolamento social.

Mas quem tem um problema crônico de saúde ou realiza tratamentos frequentes não pode parar com esses atendimentos. É o caso dos pacientes de fisioterapia, acupuntura, fonoaudiologia e até as gestantes.

Nesses casos, a falta de cuidados com a saúde causa questões ainda mais sérias, até mesmo agravando essas condições. E, então, fica a dúvida: como se proteger do novo coronavírus e, ao mesmo tempo, manter os cuidados com a saúde em dia? Continue a leitura e descubra!

Como está a disseminação da COVID-19 no Brasil?

No Brasil, o primeiro caso do novo coronavírus foi registrado em 26 de fevereiro de 2020: um homem de 61 anos, morador de São Paulo, que esteve na Itália entre 9 e 21 de fevereiro, na região da Lombardia, que se tornou um epicentro da pandemia na Europa.

De lá para cá o número de casos só aumentou, com registro em todos os estados brasileiros. Até o boletim de 31 de março, as secretarias estaduais tinham contabilizado 4.683 infectados em todos os estados e 167 mortos. São Paulo ainda é o estado que detém o maior número de casos e de mortes, com 113 óbitos, seguido do Rio de Janeiro, com 18 casos fatais.

Ao analisar a curva de crescimento da doença no Brasil, notamos que ela está próxima de países como a Itália, local onde a pandemia tem trazido resultados avassaladores, com um grande número de infectados e mortos e total colapso do sistema de saúde.

No cenário mundial, o Brasil é o país latino-americano com maior número de infecções pelo novo coronavírus. Esse crescimento acelerado preocupa as autoridades, especialmente porque nossas cidades não têm condições de receber todos os doentes.

Os cuidados com a saúde e o atendimento domiciliar

Embora o isolamento social seja extremamente importante, ele não é possível para algumas pessoas. Quem está realizando tratamentos de saúde e precisa de acompanhamento frequente está sofrendo nessa pandemia.

Por exemplo: pessoas que acabaram de sair de uma cirurgia e precisam de atendimento com fisioterapeuta, quem tem algum tipo de doença que necessita de cuidados especiais, como fisioterapia respiratória, as gestantes que precisam acompanhar o desenvolvimento do bebê e assim por diante.

Parar com esses atendimentos é colocar a sua saúde em risco. Mas ir até as clínicas se torna complicado, especialmente porque muitas estão com as portas fechadas.

Nessas horas, a melhor solução é investir no atendimento domiciliar.

Atendimento domiciliar

O atendimento domiciliar é tão eficiente quanto o realizado nas clínicas, com a vantagem de que você não precisará sair da sua casa e nem se expor ao risco de contaminação com a COVID-19.

É possível encontrar o profissional certo para suas demandas e contratá-lo pela internet, sem nenhuma burocracia ou complicação. O profissional, então, se deslocará até a sua casa, sempre considerando todos os cuidados com a higiene, como uso de luvas e lavagem frequente das mãos.

No primeiro encontro, o profissional realizará uma avaliação do seu caso e então irá propor um plano de tratamento, indicando quantas sessões serão necessárias.

Todas elas serão feitas na sua casa, com acompanhamento personalizado e total segurança. Essa é a melhor forma de manter a sua saúde em dia e sem se expor às chances de contágio pelo novo coronavírus.

Central da Saúde

A Central da Saúde é referência em saúde domiciliar no país, atendendo em várias cidades do Brasil. Atuamos desde 2011, oferecendo um serviço inovador, humanizado, conveniente e com elevado nível de excelência profissional.

Se você precisar usar algum tipo de aparelho ou equipamento durante as sessões, nossos profissionais levarão esses itens até a sua casa, sem nenhum custo adicional, garantindo que o seu tratamento será tão eficaz quanto o realizado nas clínicas.

Oferecemos atendimentos em: fisioterapia, acupuntura, fonoaudiologia e acompanhamento para as gestantes.

O isolamento é realmente importante?

O isolamento social é uma medida que tem sido amplamente debatida, sendo orientada pelo Ministério da Saúde, Organização Mundial da Saúde (OMS), governadores dos estados e diversos governantes políticos em todo o mundo.

A medida é fundamental para reduzir as taxas de disseminação do vírus. Os diversos estudiosos da área acreditam que o Brasil atingirá o pico da doença em meados de abril, com um número muito grande de infectados.

Embora o novo coronavírus não tenha uma alta taxa de letalidade, muitas pessoas infectadas acabam precisando de hospitalização (como UTI e respiradores). Outro dado importante é que a média de tempo de hospitalização é alta, entre 20 a 25 dias.

Se 20% das pessoas infectadas precisarem ser hospitalizadas, não haverá leitos em UTI e nem respiradores suficientes para atender a demanda. O que significará que mais pessoas acabarão falecendo pelas complicações causadas pelo vírus – mortes que poderiam ser evitadas se houvesse hospital para todas as pessoas.

Quando as pessoas ficam isoladas em casa, a taxa de transmissão do vírus se torna mais lenta. Isso significa que os hospitais têm mais tempo para administrar melhor a demanda, ou seja, há como tratar dos doentes internados, dar alta para eles e receber novos casos.

Em países que adotaram o isolamento social total cedo (quando ainda havia poucos casos), os sistemas de saúde conseguiram suportar melhor a demanda, o que resultou em uma taxa de mortalidade menor.

Já naquelas nações em que o isolamento foi feito tardiamente ou de forma parcial, o resultado foi um aumento no número de infectados e de óbitos, como ocorreu na Itália e como vemos acontecer agora na Espanha e nos Estados Unidos.

Conclusão

Neste conteúdo, você viu que a COVID-19 tem se espalhado rapidamente no Brasil, aumentando a necessidade de isolamento social para reduzir a curva de disseminação e evitar que casos complicados acabem sem leito nos hospitais.

Além disso, é importante reforçar que o atendimento domiciliar é mais próximo do que os de clínico, promovendo uma experiência melhor ao paciente, além de contar com segurança em todos os procedimentos. Gostou deste conteúdo?  Entre em contato com a Central da Saúde e saiba como solicitar o seu atendimento domiciliar hoje mesmo!

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